“Cuidado
com as palavras pronunciadas em discussões e brigas, que revelem
sentimentos e pensamentos que na realidade você não sente e não pensa…
Pois minutos depois, quando a raiva passar, você delas não se lembrará
mais… Porém, aquele a quem tais palavras foram dirigidas, jamais as
esquecerá.”tudo sobre Criança, tudo que a mamãe quer saber,tudo que as mulheres querem saber, para adolecente, para o papai, para o estudante e especialmente para os curiosos!
quinta-feira, 20 de junho de 2013
quarta-feira, 19 de junho de 2013
Ser Casado ou Estar Casado?
Por: Psicóloga Rosana Ferrari
Como pode um casal continuar evoluindo, diante dos desafios do viver a dois?Pesquisas relatam que a crise dos sete anos está caindo para os três anos de convívio. Por que será?
A crise inicial de adaptação do casal que passa a conviver, seja ele casado ou não, é esperada. Adaptar-se aos ritmos, costumes e preferências do outro exige esforço, tempo e disposição. Toda a negociação que é exigida neste período é uma arte que a maioria dos casais desconhece, e saber que é necessário negociar não é saber negociar.
Ao conviver intimamente, as defesas do casal são colocadas em alerta, já que lidar com a intimidade que o viver junto propõe ameaça o eu individual. Cada um pode acionar suas defesas e colocar-se reativo ao outro, e ao invés de cooperar para viver com as diferenças que o casamento evidencia, passa a lutar para eliminar estas diferenças. Um luta contra o outro para superar as diferenças que não aceita. A competição está lançada. A cooperação e a inclusão do outro serão um desafio a ser enfrentado por todos os casais. Aquele que foi escolhido por ser quem ele era passa a ser alvo de tentativas e manobras para tornar-se diferente...
Por outro lado, as pessoas casam e passam a considerar que casadas estão. Elas consideram exatamente isto: que ser casado é o seu novo estado. E estado não se discute, simplesmente é.
Ser casado, vivenciado sob este paradigma, resulta em pressupor ser aceito naturalmente, sem esforço de adaptação. Certas crenças sobre ser casado existentes em nossa cultura ainda criam a expectativa de que há garantias neste estado civil. Por mais que as pessoas saibam que casamento pode não existir para sempre, e que a longevidade do casamento perdeu-se nos tempos do “amor líquido”, muitas acreditam a priori que o casamento delas irá sobreviver. Elas partem de representações mentais sobre sua conjugalidade, construídas ao longo da vida, de que ficarão casadas. Provavelmente estas representações fazem com que estas pessoas adaptem-se ao casamento e confirmem seu projeto de conjugalidade, ou que criem falsas visões sobre seus relacionamentos. Assim, um relacionamento pode ser insatisfatório em vários aspectos, mas confirma o projeto de conjugalidade da pessoa e ela não questiona o que necessita ser mudado.
Outras pessoas, por suas experiências vividas na família de origem ou em sua cultura, chegam ao casamento com a noção de que casamento não é para sempre e que a separação será o desfecho natural para o casamento delas. Porém, lidam concomitantemente com a pressuposição de que a separação correrá um dia, não sabem quando, lá na frente, após a vinda dos filhos, depois que eles crescerem, depois das bodas, depois de consolidar o patrimônio, depois, depois...
Assim, mesmo com o discurso corrente – “se não der certo eu me separo” – as expectativas frente ao casamento contêm a ideia de que casar é para ficar casado. Pois no momento em que as pessoas estabilizam sua união e criam compromissos uma com a outra, com dedicação, investimento na relação e parceria, separar-se torna-se uma realidade assustadora. Separar-se ameaça a estrutura da vida. Retira as certezas, tira do equilíbrio, dá medo. E ninguém quer passar por isto.
Vemos aqui o paradoxo: casar pode não ser para sempre. Mas as pessoas vivem como se fosse. A partir do momento que casam, passam a viver como se o casamento por si só fosse a garantia de que ele vai durar. Como se ele fosse um fim em si. Chegou-se ao objetivo, a vida agora é esta. Então não precisa se preocupar muito com o que se faz, nem com o que se diz ou deixa de dizer. As pessoas então acomodam-se, não propriamente ao casamento, mas à ideia que fazem dele, à representação mental que já vem construída antes mesmo do casamento se estabelecer.
A estabilidade é tão necessária que o ser humano economiza energia naquilo que já está garantido na sua vida, para poder investir no que não está. O trabalho, por exemplo, exige grande investimento de tempo, atenção e empenho. Ele raramente é estável. Para ele as pessoas dedicam-se diariamente. Para o casamento não. Ele ali está. Mesmo com carências, fissuras e insatisfações crônicas, a consciência de que ele pode se acabar não é concreta.
Vivida desta maneira, esta realidade é incongruente. Por um lado, o casamento não tem garantias e pode morrer se não for cuidado. Por outro, é vivido como se ele, por si só, fosse a garantia e como se não precisasse de investimento.
Aqui reside o equívoco: ser casado não é garantia de permanecer casado. Para permanecer casado, há que ter atitude e disposição, há que ter consciência.
Casamento não é uma condição do ser humano e sim uma escolha de vida. Casar é uma opção, e é útil ao casal, ao invés de pensar que é casado, pensar que está casado. A noção de transitoriedade é importante para a consciência da finitude dos laços. Pensar que está casado faz o casal se ver responsável por esta realidade, enquanto crer que é casado cria uma ideia de continuidade e atemporalidade que gera uma atitude passiva frente ao status que se consolida por si. O casal que se conscientiza de que está casado tem que se responsabilizar por continuar casado se assim o deseja. E tem que desenvolver posturas e compromissos responsáveis e conscientes frente à relação conjugal e ao cônjuge, individualmente.
Há uma pergunta básica que fazemos na terapia de casal: “O que obriga vocês a permanecer casados? “ Em geral a resposta vem automaticamente: “Nada nos obriga”. A consequência desta resposta para o casal é vital: por que querem continuar casados então? Ao dar esta resposta, cada um tem que pensar o que quer da vida, do casamento, do outro, mas também tem que pensar o que tem que dar de si para obter aquilo que deseja do casamento e do outro.
O que necessitam enfrentar para que o casamento continue? O que cada um quer do casamento? E o que oferta ao casamento para receber o que deseja? O que cada um tem a oferecer ao outro, daquilo que o outro precisa? Estas são algumas perguntas geradoras de reflexões na busca da responsabilidade individual frente ao casamento, que provocam a consciência de que para permanecer casados cada um tem que tomar esta decisão de tempos em tempos.
Se a crise chega cada vez mais cedo na vida dos casais da atualidade, provavelmente eles estão esperando do casamento mais do que ele pode dar e ofertando a ele menos do que ele precisa.
terça-feira, 18 de junho de 2013
primeiro dia de aula
Muitos chegam até mesmo a consultar as próprias crianças sobre qual é a escolinha que mais lhes agrada. A ideia de que os filhos devem estar à frente de todas as escolhas pode ser um indício de falta de imposição de limites por parte de alguns pais, que pensam que essa liberdade é saudável. "Deixar uma criança escolher, nessa faixa etária (pré-escola), algo tão importante é totalmente inadequado", alerta a psicanalista infantil Vera Zimmermann. E como os pais devem enfrentar a tensão dos filhos no primeiro dia de aula na escola? Para a psicanalista, a escolha correta da escola é essencial para minimizar os problemas desse dia tão importante na vida de uma criança.
O
comportamento dos pais influencia muito a reação da criança ao primeiro
dia de aula na escola. Para que o pequeno aluno não fique inseguro ao
colocar os pés no novo ambiente, os pais devem transmitir a segurança de
que aquilo é o melhor para ele.
Para
a psicanalista, é muito importante que os pais procurem ter contato e
obtenham confiança na professora que cuidará de seus filhos, porque ela
"assume uma função materna". A passagem do ambiente familiar para o
social é difícil e problemas com a adaptação da criança à nova realidade
são naturais. "É até esperado que eles apresentem problemas no início",
opina a psicanalista.
Para
ela, a criança que não tenha uma reação no primeiro dia de aula na
escola, mostrando ao menos um pouco de medo e insegurança no início do
convívio em um ambiente novo, pode estar apresentando falta de vínculo
familiar ou mesmo falta de espaço para se expressar; ela pode estar
sendo muito cobrada pelos pais, que exigem um primeiro dia de aula na
escola sem choro. No começo, essas crianças parecem ser as que menos
estão sofrendo, porém a dificuldade aumenta com o tempo e a crise é
muito maior posteriormente.
Para
saber lidar melhor com esse período, quando geralmente a criança tem
entre 2 e 3 anos e alcança sua "autonomia corporal", estando pronta para
a estreia escolar, Vera dá algumas dicas para os pais que querem ver
seus pimpolhos felizes num ambiente confortável e saudável. A
psicanalista avisa que é importante ter disponibilidade para passar
algum tempo na escola na fase de adaptação da criança (geralmente uma
semana). Convém para isso preparar o próprio ambiente de trabalho para
as possíveis eventualidades, como atrasos ou faltas, na medida do
possível. Outra dica é ficar de olho na atenção que a escola dá ao
problema. "A escola que não respeita isso não é uma boa escola, o que já
serve como critério para avaliá-la".
Vera
diz ainda que, quando a criança reage à saída da mãe com pânico mesmo
depois de algumas semanas de aula, essa deve ser considerada uma
adaptação difícil, mas que pode ser trabalhada com a direção da escola,
junto aos pais ou mesmo com a ajuda de um profissional especializado.
Enfim, todos os problemas podem ser resolvidos quando recebem a merecida
atenção, principalmente dos pais, que devem estar sempre atentos ao
comportamento de seus filhos.
Publicação:
Abril 2004 - Edição: 20
Abril 2004 - Edição: 20
o primeiro dia de aula de Caio! a foto ai!
domingo, 16 de junho de 2013
Primeiro banho
O primeiro banho do bebê acontece já na maternidade e pode fazer parte da rotina do bebê desde o primeiro dia que chega à casa.
Antigamente os bebês esperavam alguns dias para ter a experiência do primeiro banho, pois os pediatras recomendam a higiene a seco até a queda do coto umbilical. Porém, em muitas maternidades atualmente o recém-nascido entra na banheirinha logo depois do parto.“Agora o primeiro banho dado na maternidade já é com muita água morna e sabonete neutro, justamente para remover as secreções do parto, que podem ocasionar contaminação”, diz a pediatra neonatal Eliane Posnik. Este procedimento é feito geralmente na primeira hora de vida nos recém-nascidos que nascem em boas condições.
Segundo a doutora Posnik, o banho seco não é mais recomendado, pois o temor de molhar o coto umbilical era para que ele secasse, caísse mais rapidamente e não houvesse contaminação. Hoje os médicos sabem que fazendo a higiene com água esterilizada, sabonete neutro antisséptico e álcool a 70%, a área gelatinosa do umbigo se mantém limpa e seca para que a queda ocorra entre 5 a 15 dias em média.
Como cada pediatra segue uma linha, uns mais tradicionais, outros mais modernos, para não haver surpresas, procure conversar com seu médico sobre o assunto e definir qual procedimento será usado com o seu filho.
Cólicas no bebê
Isto acontece pois o aparelho digestivo do bebê ainda não se encontra totalmente desenvolvido, de modo a processar as proteínas do leite corretamente. As cólicas também podem ser provocadas pela ingestão de ar em demasia quando o bebê mama ou chora, excesso esse que se reflete numa pressão forte ao nível do aparelho gástrico, provocando dor ou a chamada cólica.
Normalmente, bebês que sofrem de cólicas, além de chorarem muito, apresentam a barriga inchada e dura e, frequentemente se contorcem, estendendo e retraindo muitas vezes as pernas. Por vezes, uma suave massagem na barriga ou colocá-lo deitado sobre o braço, de barriga para baixo é suficiente para lhe atenuar as cólicas, notando-se no bebê uma reação quase imediata de alívio.
Se estes sintomas forem realmente muito acentuados, convém falar com o pediatra, pois poderá ser necessário trocar o leite em pó que lhe está a dar, se for esse o seu caso, ou ser necessário recorrer a medicamentos que aliviem estes sintomas. Se está a amamentar, tenha cuidado com o tipo de alimentos que ingere, pois estes podem interferir no normal funcionamento intestinal do seu bebê.
O sono do bebê
Nos primeiros anos de vida, o padrão de sono do bebê é muito diferente do padrão de sono do adulto. Os bebês precisam de muito mais horas de sono para acompanhar o rápido desenvolvimento do sistema nervoso, e do seu crescimento em geral.
Os ciclos de sono de um recém-nascido duram cerca de 60 minutos e, durante os primeiros 2 anos de vida, aumentam para 90 minutos cada.
Um bebê recém-nascido não distingue ainda o dia da noite. Ele dorme por períodos de duas a quatro horas seguidas e acorda para comer.
Durante os primeiros anos da vida do bebê, o seu ciclo de sono apresenta três fases:
1ª - O bebê está quieto, com respiração regular e não se verificam movimentos oculares;
2ª -Chamada fase ativa, em que o bebê apresenta movimentos mas de olhos fechados, tais como expressões faciais, movimento lento dos dedos e corpo; além de movimentos oculares rápidos e respiração irregular.
3ª - Fase com um padrão pouco definido mas diferente das duas outras fases.
A partir das 3 semanas, o bebê, apesar de ainda acordar para mamar durante a noite, já dorme por períodos mais longos. Desse modo, o sono noturno é maior, ficando mais deperto durante o dia.
Os bebês alimentados com leite em pó, podem dormir mais que os bebês que são amamentados simplesmente porque o leite em pó permanece mais tempo no estômago (leva mais tempo a digerir) deixando-os, consequentemente, saciados por mais tempo.
A partir de um ano de idade as crianças começam a querer resistir à hora de dormir, pois estão tão entusiasmadas com o novo mundo que as rodeia que a última coisa que querem fazer é dormir! Esta é a altura ideal para os pais criarem um ambiente calmo, sem grandes estímulos, de modo a que a criança sossegue e adormeça mais facilmente.
É a partir daqui que é essencial criar bons hábitos de sono. Se ainda não foram estabelecidas regras específicas para cumprir à hora de dormir, é altura de fazê-lo!
Aos 3 anos de idade, a criança já tem uma vida muito ativa além de muita imaginação, o que pode propiciar um sono mais agitado, com sonhos e até alguns pesadelos. Para atenuar um pouco esta situação, é essencial que a hora de dormir seja encara com calma e num ambiente simples e pacífico. Se a criança tiver medo de adormecer porque o quarto se encontra muito escuro, deixe uma luz acesa, de fraca intensidade, até que adormeça.
O sono, em qualquer idade, tem como finalidade regular e reparar o organismo. É essencial na regulação da temperatura corporal e na
Durante o sono, as crianças amadurecem física e psiquicamente, assimilando e organizando tudo o que aprenderam, além de restabelecerem energias para um novo dia.
Assim como comer, o sono é essencial à vida de qualquer ser humano. É por isso muito importante que desde cedo oriente o seu filho para que este estabeleça bons hábitos de sono. Ensine o seu filho a dormir!
http://bebeatual.com/bebes-sono-do-bebe_86
sexta-feira, 14 de junho de 2013
comida para crianças de 1 a 3 anos
Você certamente sabe que seu filho precisa de uma alimentação equilibrada, que lhe dê todas as vitaminas e nutrientes de que o organismo precisa para crescer forte e saudável. Mas muitas vezes isso é difícil de conseguir.
Não entre em pânico. A maioria das crianças de 1 a 3 anos passa por uma fase em que fica muito chata para comer. Lembre-se do que diziam os velhos professores de pediatria: "Em casa onde tem comida, não há criança desnutrida".
Além disso, as necessidades nutricionais da criança são menores do que quando ela tinha menos de 1 ano.
Leia abaixo algumas dicas para ajudar seu filho a comer melhor.
Como ajudar meu filho a ter bons hábitos alimentares?
Fique calma. Ofereça alimentos saudáveis e nutritivos para o seu filho, mas deixe que ele decida o quanto quer comer. Acredite, o corpo dele sabe o tanto de comida de que precisa.Tenha horários fixos para as refeições e para os lanches, levando em conta a rotina de sono do seu filho durante o dia. Ofereça três refeições e mais dois ou três lanchinhos nutritivos. Veja exemplos de lanches saudáveis:
• frutas
• tomatinhos cereja e pedaços de queijo
• iogurte com pedaços de fruta
• um sanduíche pequeno
• cenoura, pepino ou erva-doce crus, ralados ou em pedaços pequenos, se ele já mastigar bem
• torrada ou pão com patê ou queijo cremoso
• leite gelado batido com frutas
• um copo de leite e um pãozinho ou fatia de bolo caseiro
1. Carboidratos
Os carboidratos são os responsáveis por dar energia ao organismo, e precisam ser oferecidos à criança em todas as refeições, e às vezes no lanche. Alguns exemplos: macarrão, arroz, batata, mandioca, cereais matinais e todos os alimentos feitos com farinha, como pães, bolos e bolachas.
2. Frutas, verduras e legumes
Pode ser que demore um pouco para a criança se acostumar às verduras. Tente oferecê-las em todas as refeições para que seu filho perceba que elas fazem parte do cotidiano alimentar da família. As frutas já são bem mais aceitas: ofereça-as também em pedacinhos para que seu filho coma sozinho. Elas são ótimos ingredientes para sobremesas e para bolos caseiros, que podem ser servidos de lanche.
3. Alimentos ricos em ferro e proteína
São eles: carne, frango, peixe, ovos e leguminosas (como feijão, grão-de-bico, ervilha e lentilha). Devem ser oferecidos em uma ou duas refeições por dia. Corte a carne bem pequenininha se seu filho tem dificuldade de mastigar. Prefira cortes com menos gordura. O fígado é uma das maiores fontes de ferro.
No caso de alimentos industrializados, tais como hambúrgueres, almôndegas ou frango empanado, verifique na embalagem não só a quantidade de gordura mas também a de sódio. Sódio demais é prejudicial, e esse tipo de alimento costuma exagerar na dose.
Famílias vegetarianas devem reforçar o consumo de grãos, ovos e castanhas, consumindo-os em duas ou três refeições por dia, para obter a quantidade necessária de ferro. Se há alguém alérgico na sua família, é aconselhável esperar até a criança ter 2 ou 3 anos para dar castanhas (amêndoas, nozes, amendoim etc.).
O ferro é mais bem absorvido quando consumido junto com a vitamina C. Por isso, um bifinho de fígado com suco de laranja é uma grande pedida.
4. Leite, queijo e iogurte
Ofereça leite e derivados ao seu filho mais ou menos três vezes ao dia. Os derivados de leite garantem o cálcio necessário para o crescimento dos ossos, mas têm pouquíssimo ferro. Entre 1 e 3 anos, as crianças precisam de menos leite do que antes do primeiro aniversário.
• torrada ou pão com patê ou queijo cremoso
• leite gelado batido com frutas
• um copo de leite e um pãozinho ou fatia de bolo caseiro
Que tipo de comida devo dar ao meu filho?
Dê a ele, todo dia, alimentos de todos os grupos alimentares:1. Carboidratos
Os carboidratos são os responsáveis por dar energia ao organismo, e precisam ser oferecidos à criança em todas as refeições, e às vezes no lanche. Alguns exemplos: macarrão, arroz, batata, mandioca, cereais matinais e todos os alimentos feitos com farinha, como pães, bolos e bolachas.
2. Frutas, verduras e legumes
Pode ser que demore um pouco para a criança se acostumar às verduras. Tente oferecê-las em todas as refeições para que seu filho perceba que elas fazem parte do cotidiano alimentar da família. As frutas já são bem mais aceitas: ofereça-as também em pedacinhos para que seu filho coma sozinho. Elas são ótimos ingredientes para sobremesas e para bolos caseiros, que podem ser servidos de lanche.
3. Alimentos ricos em ferro e proteína
São eles: carne, frango, peixe, ovos e leguminosas (como feijão, grão-de-bico, ervilha e lentilha). Devem ser oferecidos em uma ou duas refeições por dia. Corte a carne bem pequenininha se seu filho tem dificuldade de mastigar. Prefira cortes com menos gordura. O fígado é uma das maiores fontes de ferro.
No caso de alimentos industrializados, tais como hambúrgueres, almôndegas ou frango empanado, verifique na embalagem não só a quantidade de gordura mas também a de sódio. Sódio demais é prejudicial, e esse tipo de alimento costuma exagerar na dose.
Famílias vegetarianas devem reforçar o consumo de grãos, ovos e castanhas, consumindo-os em duas ou três refeições por dia, para obter a quantidade necessária de ferro. Se há alguém alérgico na sua família, é aconselhável esperar até a criança ter 2 ou 3 anos para dar castanhas (amêndoas, nozes, amendoim etc.).
O ferro é mais bem absorvido quando consumido junto com a vitamina C. Por isso, um bifinho de fígado com suco de laranja é uma grande pedida.
4. Leite, queijo e iogurte
Ofereça leite e derivados ao seu filho mais ou menos três vezes ao dia. Os derivados de leite garantem o cálcio necessário para o crescimento dos ossos, mas têm pouquíssimo ferro. Entre 1 e 3 anos, as crianças precisam de menos leite do que antes do primeiro aniversário.
MULHER
É BONITA quando acorda de cabelo bagunçado, de pijama com carinha de
sono olha pra você mesmo assim e fala bom dia meu amor. MULHER É BONITA
quando veste um short, uma camisetinha simples e um chinelo havaianas
pra passar o dia ao seu lado. MULHER É BONITA quando você aparece de
surpresa na escola dela e ela ali morrendo de vergonha da blusa horrível
de uniforme dela, mesmo assim você a diz você ta linda meu amor, deixa
eu levar sua mochila? MULHER É BONITA quando ta com ciumes, quando ta
nervosa. MULHER É BONITA quando você a surpreende e ela fica toda
vermelhinha de vergonha e te abraça e esconde o rosto no seu peito até
passa a timidez. MULHER É LINDA quando você olha nos olhos dela e vê o
que ela realmente sente por você estampado ali num brilho no olhar.
Existem muitas maneiras de uma mulher ser linda sem precisar de salto
alto, vestido curto, sem precisar ser vulgar !
"Sonhe com o que você quiser. Vá para onde você queira ir.
Seja o que você quer ser, porque você possui apenas uma vida
e nela só temos uma chance de fazer aquilo que queremos.
Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte. Tristeza para fazê-la humana. E esperança suficiente par
a fazê-la feliz."
Quando com 17 anos engravidei pensei...vida, minha planos para o futuro serão interrompidos...mim bateu um desespero muito grande...estava no meu primeiro emprego, tava estudando a noite, meu ultimo ano de estudo...a ficha não tinha caído,mais depois quando recebi o apoio do pai do meu filho mim tranquilizei...e percebi que era um presente que Deus estava mandando para mim...um anjinho! um ser que veio alegrar minha vida, com seu jeitinho, com seu carinho...
Hoje ele esta com 3 aninhos e é a coisa mais importante na minha vida! a foto dele ai! meu lindão
Hoje ele esta com 3 aninhos e é a coisa mais importante na minha vida! a foto dele ai! meu lindão
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